Trouty Mouth is Back, bitches! Eikefofura de episodio! | Review Glee – 3×08 – “Hold On To Sixteen”

 

QUEM DIABOS FALOU QUE “CONTROL” FICOU BACANA PRA COLOCAR NO EPISÓDIO. E mais, ela TAMBÉM está presente no CD volume 7 de Glee. EIKEMÚSICACHATA! Estragou o que estava para ser uma apresentação ótima. Foi TO-TAL-MEN-TE dispensável!!! Agora que eu já extravasei isso, falemos do que eu senti durante o episodio.

Muita alegria, Braseel! Sue não apareceu e Sam voltou! Não gostava dele, sempre achei ele bocó, dispensável, apenas um rostinho (e corpo) bonito. Durante as músicas e apresentações ele tava sempre com o que parecia ser má vontade ou descaso, principalmente mais pro final. Era visível a “paixão” que o cara tinha por estar fazendo o que fazia. Não desmerecendo o ator (que nem é tããão bom assim), mas é o que acontecia, quando comparado aos outros. Mas ele está de volta e… tá bom! Neste episodio, ele não foi nada dispensável, foi um dos focos, e realmente está de volta, e querendo ganhar Mercedes de volta! PAH! Na cara de quem tinha pensado que eles só tiveram um rolinho de verão.

O episodio começa com Quinn Bitch dizendo que vai desmascarar (ADORO O DRAMA desta palavra) Shelby, ia contar para o diretor Figgins (o diretor mais bocó da face da Terra) e causar a demissão Vocal Coach das Troubletones. Foi bacana ver Quinn interagindo com Rachel, e a garota, arrependida do erro que cometeu no último episodio, tentando fazer a “quase amiga” não errasse também. AWWWWNNN!

Finn acha uma boa ideia ir atrás de Sam, pois com o claro desfoque do New Directions, talvez o loiro resgate o “Star Power” que o grupo precise. Não acreditei muito, já que nunca curti tanto o Sam, mas vamos lá, né? Enquanto isso, temos também Sebastian se atirando novamente pra cima de Blaine, e claro, fazendo o público desgostar mais ainda dele. O cara consegue ser grosso, sem ser engraçado que nem Santana, e sinceramente, não vai fazer a menor diferença. Gostaria muito mais de ver Charice novamente na série, do que ter alguém que nem tem um plot válido, tendo em mente que o Bom Gayroto Blaine NUNCA iria trair a moçoila Kurt. Apesar de não acreditar no amor dos dois como algo real, acredito que traição nunca aconteceria.

Rachel e Finn vão para Kentucky atrás dele para encontrá-lo trabalhando num “Clube das Mulheres” com o codinome de “Chocolate Branco”. NIIIICE! O menino vai pedir para os pais, fala que sente saudades de ser um adolescente e blá, blá, blá. Óbvio que tudo ia dar certo e o cara volta para Lima, Ohio com seus coleguinhas. Ele canta uma música country sobre festejar com copos descartáveis vermelhos e… fica legal, mas é igual ao copo. Descartável. Moving on…

Santana faz um belo discurso de “boas-vindas” (que estava anotado em uma caderneta que ela nem precisou ler) ao recém chegado e me faz gostar mais e mais dela. Ela é a BITCH que todas amam! FATO!

Welcome back, Lisa Rinna. I’ve missed you so much since your family packed their bags, loaded them in your mouth, and skipped town.

I can’t tell you how many times I’ve wanted to enjoy a crisp pickle, but couldn’t find anyone to suck the lid off the jar.

I assume you’ve been working as a baby-polisher where young mothers place their infants’ heads in your mouth to get back that newborn shine.

So glad you’re back. I haven’t seen a smile that big since a Claymation Abominable Snowman got his teeth pulled by that little gay elf dentist.

Love, Santana.

Que fofa ela, não? Depois disso o foco volta (depois de alguns episodios) para Mike e Tina, mais para Mike. É bom ver os atores mais evidenciados, e com histórias tocantes e verdadeiras. Afinal, não são todos os pais que aceitam um filho querer seguir uma carreira artística profissionalmente. Claro que Mike se sente pressionado a querer agradar a todos e se encontra num dilema. “Esqueço meu pai de vez e vou ser dançarino e ser feliz, ou ligo o phoda-se pra essa japa louca da Tina e vou ser médico e infeliz para agradar meu pai?” Tina e Mike brigam. Eu fico triste.

Depois, Damian ganha mais algumas falas como Rory, para levantar a questão, que mesmo com uma coreô “Ok”, os garotos (e duas meninas) não tem apelo para cativarem os olhares. Blaine sugere a voltinha de sempre, e antes que Finn possa recusar a ideia, Trouty Mouth chega botando banca e quer sexualizar a coisa toda com uma reboladinha cafona. Todos, inclusive Shuester, gostam. Blaine não quer fazer. Blaine fica revoltado e começa a “dizer verdades” (Brinks) “ofender” Sam. Sam fica bravo. Sam parte para cima de Blaine. A briga é apartada, e Blaine sai chateado e bravo. Finn ganha destaque e mostra uma cara de “não entendi!” com “tô bravo que esse bichinha não curtiu o cara que eu trouxe”.

Blaine está suado, socando um saco de pancadas e com uma regata 2 números maiores (não achei nada sexy… mesmo!). Finn aparece para conversar. Blaine o ataca verbalmente. Finn explica que sempre sentiu inveja do talento do menino e por isso sempre foi contra suas sugestões. Fico tocado… not! É compreensível acreditar neste tipo de coisa vindo de alguém que QUER seguir a carreira artística e acredita no seu talento. Finn alega que duvidou do seu talento com a chegada de Blaine, mas por quê? Afinal, a carreira artística de Finn, até o presente momento é apenas o Glee Club, onde ele é e sempre foi o destaque (mesmo que não merecidamente). Finn é o único dos “seniors” que não pretende seguir a carreira artística, então por que ligar pra o que um cara mais talentoso que você chega no seu pedaço. Curta o tempo que você tem, você continua sendo o destaque vocal (mesmo desmerecidamente). Whatever, Blaine é cu-mole, acredita e compreende tudo que Finn falou, e abstrai toda a frustração dos últimos meses em dois segundos e eles viram brothers!

Tina vai conversar com o pai de Mike, tenta convencê-lo a apoiar a carreira artística do filho, tudo em vão. O cara não quer ver o filho passando por rejeição, e não acredita que ele possa ter uma boa vida fazendo isso. Asiático cabeça-dura e NERD! Tina lembra como ele sempre fala de “Honra”, e gostaria de vê-lo ao menos honrando o talento do filho. Boa, Tina! Boa! Chega a hora das Sectionals! Mike tá puto com Tina por ter ido falar com o velho broxa, e Tina leva na boa, pois sabe que ele ainda agradecerá por tudo que a menina fez.

As Troubletones vão desejar a New Directions uma boa sorte, e fazer uma proposta meio presunçosa e há de convir, bem sacana. Santana diz que quando ganhassem, deixariam qualquer um do New Directions entrar em seu grupo sem problemas. Já deu pra sentir o gosto que seria ver elas perdendo e… dito e feito! Elas perderam lindamente! HA!

As Sectionals começou com Unitards, o grupo de Lindsay Harmony. Fica claro que a garota tem talento, mas há de convir que isso não é um glee club. É uma cantora com trocentos dançarinos para ajudar na performance toda! Enfim, ficou em terceiro lugar, foi felizona receber o troféu. Kurt a elogiou e a menina retrucou, não brava, mas no sentido “Sou melhor que você, bicinha!” Brinks! Mas foi quase isso… eheheh.

Logo que os Unitards estavam acabando, Quinn deu uma escapulida (adoro essa palavra!) para ir contar ao diretor Figgins sobre Shelby e Puck. Rachel vai atrás dela, e a convence a não fazer isso. O que seria mesmo um erro. E que já que a garota está tão decidida a fazer cometer esse erro, ela deveria no mínimo, contar antes para Shelby. Quinn vai confrontá-la a respeito. A professora diz que ia terminar, mesmo não tendo muito para terminar. Apesar das vagabundices que Quinn fez, ou tentou fazer, com ela, a professora ainda a convence que ela tem que aproveitar seu tempo, seu momento atual. Aproveitar sua juventude, que acaba em questão de segundos. Uma lição muito boa, e que todos esperavam que a loira absorvesse. E absorveu! Não contou ao diretor, e parece finalmente ter prestado pra algo! Mais detalhes abaixo.

As Troubletones apresentaram um interessante medley de I Will Survive, hno gay de Gloria Gaynor, com Survivor das crianças do destino (Destiny’s Child). Ficou bem legal, no entanto, a coreô não ajudou muito e pareceu meio.. bagunçada. Aliás isso é algo que eu queria focar. Neste episodio fica claro como o enquadramento é todo errado na hora das performances e dos números musicais com coreografias. Digo isso porque já sabemos que nem todos são ruins de dança como Finn ou exímios dançarinos como Brittany e Mike, no entanto, TODO MUNDO, e repito, TODO MUNDO, parecia que dançava mal ou desengonçadamente neste episodio. Com exceção talvez, da performance de Harmony.

Depois das Troubletones, vieram os New Directions, cantaram 3 músicas. Pra quem não sacou, todos os grupos devem ter feito 3 apresentações, mas como o foco da série é nos Underdogs do New Directions, só mostraram a apresentação completa deles, ok? Cantaram “ABC”, dos Jackson 5. Sério, eles tem que usar Tina muito mais do que usam. Ela tem uma ótima voz e muitas vezes é esquecida. Kurt com uma voz mais grave ficou BEEEEM mais gostável,q Quinn também soltou a voz, e mandou bem. Eu curto a voz dela também. Mike também adorei como cantor. De resto, todo mundo canta bem e a gente já sabe.

Aí vem a atrocidade de Janet Jackson em “Control”, performance desnecessária e que em nada acrescentou e ajudou eles a ganhar. Pra finalizar, voltamos ao Michael e “Man In The Mirror”, fechando com chave de ouro. Ficou ótima no vocal compartilhado de Finn, Sam, Blaine, Puck e Artie. No meio da apresentação de “ABC”, o pai de Mike entra no meio do público, pega um lugar lá na frente, e assiste a tudo. Mike fica nervoso, abstrai rapidamente e faz uma grande performance junto a seus colegas.

No final de tudo o pai de Mike apoia sua escolha, e aceita e acredita no talento do filho! YEY!! Juro que ver ele falando tudo que falou pro Mike, eu chorei! Beijos! Tina linda, mandou as inscrições por Mike, que se não fosse por ela, teria perdido os prazos. New Directions sambaram na cara das Troubletones, que ficaram cabisbaixas e dramáticas em um auditório vazio e com as luzes se apagando.

 

Quinn mostra que presta para unir os miguxos e propõe algo que devia ter sido feito desde o começo de tudo! As Troubletones se unem aos New Directions, com a condição de que pelo menos um dos 3 números por apresentação, serão feitos com destaque a elas. O episodio termina com “We Are Young” e uma fofa performance do grupo todo, reunidos novamente!

Foi um capítulo conciso, e bem preparado para esta geração de jovens que “não vêem a hora de crescer”. É preciso errar, ser jovem, se divertir, para depois amadurecer. Pular etapas é querer sei lá… morrer mais rápido! Eikedramático! Está longe de ser o MELHOR episodio EVER da série, até porque esta temporada está de 1000x superior à segunda temporada inteira, apesar de não contar com nem metade de versões boas como as das temporadas passadas. Digo isso porque na temporada passada, vivia constantemente com as versões das músicas interpretadas na série no repeat. Ouço “I Feel Pretty/Unpretty”, “The Rocky Horror Glee Show”, “Maybe This Time” e tantas outras ainda, enquanto as versões desta temporada, escuto apenas no episodio, e depois nunca mais. Claro que algumas são excessões como a ótima versão de “I Kissed A Girl” do último episodio, e nessas Sectionals, com certeza renderam boas versões para ouvir novamente. “ABC” é muito amor, né?

As músicas do episodio portanto foram, “Red Solo Cup”, ” Buenos Aires”, “I Will Suvive/Survivor”, “ABC”, “Control”, “Man In The Mirror” e “We Are Young” (não sei se essa é a versão original mesmo, confere?). O episodio da semana que vem é especial de Natal novamente. Não parece muito acrescentar a história mas parece ser bem legal, vai?

E aí, curtiram o episodio? Tão gostando das músicas? O que acharam de Trouty Mouth estar de volta? Falei demais? Acharam o review grande demais? =P Comentem galera!

About kywi

Uma fruta que curte muito o universo pop, e tenta sempre estar antenado.

Posted on December 9, 2011, in Glee, Séries and tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Bookmark the permalink. Leave a comment.

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